ÁGUA DE CAMBRES
RADIO DISSOLVIDO
MARCA REGISTADA
PORTELO DE CAMBRES – DOURO
CASA DA CORREDOURA – PERFEITO DE MAGALHÃES
ESTAÇÃO DO CAMINHO DE FERRO – RÉGUA
Águas de leve mineralização, mas de fortíssimo potencial activo
Medidas radioactivas por 10 litros (anualmente registadas
pelo professor Lepierre):
Emanação em milimicrocuries
- 336,1
SAIS DE RADIO DISSOLVIDO, Grama de rádio elemento – 44,10
A água da nascente Ponte é a higiene da boca e da garganta.
Uma simples lavagem evita e cura as inflamações nevrálgicas, os abcessos
dentários, a piorreia e os cancros.
Ingerida em pequena dosagem, cura as inflamações e úlceras
do estomago e intestinos; as doenças dos rins, bexiga uretra e uterinas.
Normaliza o coração.
A água da nascente Gruta, extremamente aplicada em pensos húmidos,
cicatriza as dermatoses, eczemas, lúpus, varizes, úlcera e neoplasmas da pele.
Acumulada a sua força emanatoria por indução, na gordura – lanolina – vence lentamente
os cancros profundos, substituindo com o seu rádio naturalmente difuso, as
perigosas perdas de substancia causadas pelos raios gamma do rádio de
laboratório.
As águas de Cambres dão vigor, bem estar, alegria e mocidade. Tiram
dores. São analgésicas.
Depósito em Lisboa: DAVITTA, LIMITADA.
Rua Eugénio dos Santos, 81, 1.º
Depósito no Porto: CASA JOSÉ PINHEIRO DA SILVA & C.ª
Rua das Flores, 124
Depósitos por todo o país. Aceitam-se para o estrangeiro e ultramar.
Depois de referir-se à fortíssima emanação radioativa das Águas
de Cambres que em permanente dissolução teem uma grande percentagem de sais de
rádio, e de indicar os tumores que com elas podem ser tratados eficazmente –
ulceras internas e externas, dermatoses, lúpus, (a terrível doença) e ainda o
cancro no epitélio, - acrescentava um apreciado homem de sciencia, num artigo
recentemente publicado, que ainda nas mais profundas modalidades dos neoplasmas
elas teem acção tirando-lhes a dôr, a fetidez, o aspecto viscoso e repelente.
E o homem de sciencia que nos referimos apontado no citado
artigo o aspecto económico do tratamento, escreveu as seguintes palavras que
nos permitimos a liberdade de transcrever:
“Concluindo: -em 30
litros, ou mesmo com a 3.ª parte, dessa Águas de Cambres, alcança-se o mesmo que
com um micrograma do rádio elemento. Ora os 30 litros de águas radio-áctiva
custam em qualquer parte do pais, meia centena de escudos e um micrograma de
rádio – apenas uns cem contos”!
“Eis a radioterapia ao
alcance do canceroso mais pobre, a dentro das possibildiades do hospital
financeiramente menos dotado, à mão de toda a gente enfim, com facilidade de
transporte em pequenos garrafões, ausência de risco na aplicação, tanto para o
doente como para o operador e notável economia do tempo e de dinheiro”!
Do valor curativo das justamente afamadas Águas de Cambres,
chegam-nos os seguintes documentos, por amável deferência da gerência da exploração
das milagrosas águas. Nem fazemos comentários por dispensáveis. Trata-se de
curas recentíssimas!
“…. Resolvi
experimentar desde o início as Águas de Cambres no tratamento destra doente,
(epitelioma na face, região do maxilar inferior direito). A água foi-lhe
aplicada em pensos húmidos frios duas vezes por dia. Logo se começou a notar
que os estados inflamatórios e sucurativos diminuíam bem como a fetidez, As
dores foram desaparecendo e as ulcerações tomaram novo aspecto com tendência a
cicatrizar. Interessado por estes resultados, continuou-se este tratamento
exclusivo. As melhoras acentuaram-se, passando a fazer único curativo diário. A
doente teve hoje alta (3 de novembro de 1926) completamente curada…. “(a)
ANTERO BROCHADO, médico do Hospital de Amarante.
“…. E a confirmarem-se
em mais casos o que a observação me deixou ver na doente de loureiro (cancro
generalizado – cabeça, tronco e pernas) a cura do cancro será um facto. Felicito-o
pois…” etc….
Casa das Cabanas, Sanhoane, 7-12-1926 –
(a) ARNALDO FRIAS FERREIRA, médico.
“Tendo tomado apenas
20 litros de Água de Cambres, sinto que a doença se acha quasi debelada”.
Isto escreve o Sr. Joaquim de Carvalho Pimenta, de Ribeira
de Pena, Santo Aleixo, cura que o ilustrado juiz de direito de Lamego, Sr. Dr.
Adriano Fernandes, confirma, explicando tratar-se de uma úlcera cancerosa, localizada
no intestino delgado desse seu cunhado.
Aponta-se outra cura, tida como milagrosa, de um cancro na
boca, monstruoso, de que era portadora uma rapariga de Canelas do Douro,
garantida pelo seu médico assistente Sr. Dr. António de Nóvoa.

Sem comentários:
Enviar um comentário